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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Cuore/Heart!



 



A VERDADE É ESSE SUJEITO, TAMBÉM CHAMADO AMOR,
ESSE SENTIMENTO QUE TANTO ME AFLIGE,
INTRIGA-ME E PERSEGUE!

EU POSSO SER QUALQUER UM, EM UM MUNDO, ONDE AS MÁSCARAS SERVEM EM QUALQUER SIMETRIA.
SOB O SOL SOMOS SOMBRA...
SOB A LUA SOMOS VULTOS...

O MAIOR TEMOR DOS QUE AMAM É SER ABANDONADO PELO PRÓPRIO CORAÇÃO!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015



Do caos, o Eu.

A tormenta de muitas tempestades gira em torno de si mesmo. É como se saltasse aos olhos a realidade que nunca se quis acreditar que existisse.

O sussurro do passado grita que “a realidade não desaparece só porque você deixou de acreditar nela”. A conexão com a realidade é imprescindível, visto que “a influencia funciona facilmente quando estamos desatentos”.

O sentimento gerado infla os pulmões com sentimentos irreais. O alimento d’alma é mero ar que mantém a estrutura opaca. E ali reside, também, a falsidade do real, ou o que se pensa ser. A origem disso é proveniente das incertezas da vida, dos delírios noturnos e da mente indomável. Mesmo porque “há buracos ilimitáveis no chão da mente”.


Que nossa percepção ultrapasse a distinção entre dimensões visíveis, para que possamos apreender o que não está posto à mesa. Toda complexidade nada mais é que a certeza daquilo que não se sabe dizer. É a beleza das amarras escritas que criam o verdadeiro valor do Eu... Do Eu contido. Do Eu que nem sei bem quem sou!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Inflexões d'alma.


As pessoas, assim como as moedas, demonstram ter valores parecidos, mas são todas, sem exceção, diferentes em essência e atitudes.
Generalizar é um erro cujo preço é altíssimo.

Viver é dispendioso. Um dia ganha-se, noutro perde-se tudo de uma só vez.

A graça da graça não é o sorriso, mas o animus que move os lábios do riso.
A passada da sombra é mais pesada que a aurora ao alvorecer.

Eu gosto dos pequenos detalhes: a magnitude das coisas esta em sua pequenez!?
Entretanto, me absorvo na máxima de que "os ausentes nunca tem razão"!
Que a vida nos ofereça melhores pessoas para aprendermos melhor a viver!

sábado, 5 de setembro de 2015

A ausência do nada.

 

Não pode existir ressentimento onde nunca houve amor.

As linhas que sigo não são a certeza de nenhum caminho traçado. São, na verdade, a descontinuidade do que escolhi viver. Seguindo em frente sempre.

Eu sempre fui o oceano onde fosse desaguou, mas agora acabou. Não serei a semente que germinará em suas terras impuras, sem brilho e sem valor.

Meu protocolo são os desconexos... Esses elementos de toda a discórdia entre nós.

A insanidade está na sensatez dos loucos.

 

 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

(Des)convergir!








Talvez o desejo de Afrodite seja o de parar a tocada e ouvir o som do silêncio.
Até mesmo os corações menos sensíveis ficam doentes.
Talvez seja tempo de pedir com que se dissipem as personas da verdadeira natureza de cada um.

Melhor deixar de lado os dogmas arraigadas no discurso normalizado.
A vida vai além do que está posto.
Os trilhos desse velho caminho já estão enferrujados.

Liberte-se das algemas do status, desse senso conservador.
Permita-se conduzir pelo eixo da vida e não pelo fio condutor da sociedade: esse mecanismo rotulador, perverso e maniqueísta.
O que vivemos é nota sem ponto.

É preciso romper com os paradigmas da vida.
Despersonifique, se reinvente, seja sua essência.
O ser humano usa tantas personas em sua vida, a ponto de não mais reconhecer a sua face real. 
É tempo de desviar dessa reta que leva a um só caminho!