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terça-feira, 9 de outubro de 2018

No meio do caminho: flor-de-lótus!*

Sei que em determinado momento teve e viveu impasses que lhe causaram problemas e dores. Porém você, mulher, é para cada um de nós muito especial, e somos gratos por sua existência que muito nos cativa; por sua inteligência que muito nos inveja; por seu carisma que nos contagia; por sua beleza que nos ofusca. Somos gratos por tê-la junto a nós e pedimos desculpas por nosso egoísmo em não dar-lhe o carinho e o respeito que tanto merece.


Alguns homens têm olhos para enxergar; outros para ver e outros para entender. Sou do tipo que usa os olhos para entender, pois, normalmente, quem enxerga não vê; quem vê enxerga demais. Mas só o que entende vê o quão raro é você mulher.

Nossos olhos devem percorrer caminhos que nos conduzam, mas que jamais nos desviem. Os olhos do agressor haviam se desviado, quando você sofria as agressões desferidas em seu corpo ou ouvia as palavras ditas e impregnadas em sua alma, e, por isso, não seguiram o caminho correto do respeito mútuo que uma relação sadia deve ter.

Em nome de todos os homens, agressores ou não, de forma singela, porém carinhosa e respeitosa, de quem não lhe conhece, mas que sabe ser verdade tudo o que nestas linhas se insere, anseio e desejo a você muita vida e paz. Desejo que novos homens surjam e vejam a flor-de-lótus - pureza e perfeição natural - que você é. O mais vem com o tempo, pois a vida é isso: tempo e construção.


                                                                                             *Sobre a questão do feminicídio e demais violências contra a mulher.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Cuore/Heart!



 



A VERDADE É ESSE SUJEITO, TAMBÉM CHAMADO AMOR,
ESSE SENTIMENTO QUE TANTO ME AFLIGE,
INTRIGA-ME E PERSEGUE!

EU POSSO SER QUALQUER UM, EM UM MUNDO, ONDE AS MÁSCARAS SERVEM EM QUALQUER SIMETRIA.
SOB O SOL SOMOS SOMBRA...
SOB A LUA SOMOS VULTOS...

O MAIOR TEMOR DOS QUE AMAM É SER ABANDONADO PELO PRÓPRIO CORAÇÃO!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015



Do caos, o Eu.

A tormenta de muitas tempestades gira em torno de si mesmo. É como se saltasse aos olhos a realidade que nunca se quis acreditar que existisse.

O sussurro do passado grita que “a realidade não desaparece só porque você deixou de acreditar nela”. A conexão com a realidade é imprescindível, visto que “a influencia funciona facilmente quando estamos desatentos”.

O sentimento gerado infla os pulmões com sentimentos irreais. O alimento d’alma é mero ar que mantém a estrutura opaca. E ali reside, também, a falsidade do real, ou o que se pensa ser. A origem disso é proveniente das incertezas da vida, dos delírios noturnos e da mente indomável. Mesmo porque “há buracos ilimitáveis no chão da mente”.


Que nossa percepção ultrapasse a distinção entre dimensões visíveis, para que possamos apreender o que não está posto à mesa. Toda complexidade nada mais é que a certeza daquilo que não se sabe dizer. É a beleza das amarras escritas que criam o verdadeiro valor do Eu... Do Eu contido. Do Eu que nem sei bem quem sou!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Inflexões d'alma.


As pessoas, assim como as moedas, demonstram ter valores parecidos, mas são todas, sem exceção, diferentes em essência e atitudes.
Generalizar é um erro cujo preço é altíssimo.

Viver é dispendioso. Um dia ganha-se, noutro perde-se tudo de uma só vez.

A graça da graça não é o sorriso, mas o animus que move os lábios do riso.
A passada da sombra é mais pesada que a aurora ao alvorecer.

Eu gosto dos pequenos detalhes: a magnitude das coisas esta em sua pequenez!?
Entretanto, me absorvo na máxima de que "os ausentes nunca tem razão"!
Que a vida nos ofereça melhores pessoas para aprendermos melhor a viver!

sábado, 5 de setembro de 2015

A ausência do nada.

 

Não pode existir ressentimento onde nunca houve amor.

As linhas que sigo não são a certeza de nenhum caminho traçado. São, na verdade, a descontinuidade do que escolhi viver. Seguindo em frente sempre.

Eu sempre fui o oceano onde fosse desaguou, mas agora acabou. Não serei a semente que germinará em suas terras impuras, sem brilho e sem valor.

Meu protocolo são os desconexos... Esses elementos de toda a discórdia entre nós.

A insanidade está na sensatez dos loucos.

 

 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

(Des)convergir!








Talvez o desejo de Afrodite seja o de parar a tocada e ouvir o som do silêncio.
Até mesmo os corações menos sensíveis ficam doentes.
Talvez seja tempo de pedir com que se dissipem as personas da verdadeira natureza de cada um.

Melhor deixar de lado os dogmas arraigadas no discurso normalizado.
A vida vai além do que está posto.
Os trilhos desse velho caminho já estão enferrujados.

Liberte-se das algemas do status, desse senso conservador.
Permita-se conduzir pelo eixo da vida e não pelo fio condutor da sociedade: esse mecanismo rotulador, perverso e maniqueísta.
O que vivemos é nota sem ponto.

É preciso romper com os paradigmas da vida.
Despersonifique, se reinvente, seja sua essência.
O ser humano usa tantas personas em sua vida, a ponto de não mais reconhecer a sua face real. 
É tempo de desviar dessa reta que leva a um só caminho!